O Fluminense se despediu da Conmebol Libertadores em uma semifinal marcada por emoções intensas e um desfecho dramático. Após vencer o Palmeiras por 1 a 0 no Allianz Parque, o time carioca viu suas esperanças de avançar se esvaírem nas cobranças de pênaltis. A única falha foi de Nonato, que, mesmo com a confiança do técnico Marcão, não conseguiu converter sua cobrança, enquanto o Palmeiras fez as suas.
Marcão analisou a partida e destacou a postura da equipe, que, segundo ele, teve um desempenho superior ao do adversário em três dos quatro tempos das duas partidas. “Jogamos da maneira que planejamos, empurramos o Palmeiras para trás. Tenho que parabenizar os jogadores pela entrega”, afirmou. Para o treinador, a lamentação maior recai sobre o jogo de ida, onde o resultado poderia ter sido diferente e a história da semifinal, outra.
A atuação de Hulk, que não conseguiu se destacar, também foi um tema abordado por Marcão. O treinador justificou a estratégia que envolvia o atacante em uma fase mais defensiva, buscando explorar os espaços deixados pela defesa adversária. Quanto às substituições, ele defendeu suas escolhas, ressaltando que a equipe enfrentou um adversário robusto e que as mudanças foram pensadas para maximizar o desempenho em campo.
Após a eliminação, o foco do Fluminense agora se volta para o Campeonato Brasileiro. Marcão expressou sua gratidão aos torcedores que apoiaram a equipe durante a campanha na Libertadores, ressaltando a importância do apoio incondicional, mesmo em momentos de tristeza. O treinador finalizou reconhecendo o orgulho que sente por ter conseguido dar uma identidade ao time em tão pouco tempo, mesmo diante de uma competição desafiadora.
Embora a missão na Libertadores não tenha sido cumprida conforme o esperado, a experiência adquirida e o desempenho apresentado deixam uma esperança para o futuro. O Fluminense agora precisa reerguer-se e buscar a consistência necessária para seguir em frente na temporada, mantendo os olhos na próxima oportunidade de brilhar na continental.



