quinta-feira, 29/10/2026

Fluminense enfrenta desafios após eliminação na Libertadores e busca recuperação no Brasileirão

A derrota do Fluminense para a Chapecoense, por 2 a 1, na noite de sábado, acendeu um sinal de alerta no Tricolor. O jogo, válido pela 32ª rodada do Brasileirão, revelou não só a…

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A derrota do Fluminense para a Chapecoense, por 2 a 1, na noite de sábado, acendeu um sinal de alerta no Tricolor. O jogo, válido pela 32ª rodada do Brasileirão, revelou não só a fragilidade do time, mas também os efeitos da queda na Libertadores, que ainda ecoam na equipe. Hulk, o atacante do Fluminense, não hesitou em admitir que a desclassificação recente impactou a performance em campo.

O Fluminense entrou em campo com uma escalação competitiva, embora sem Thiago Silva, que foi poupado. Marcão, o técnico, optou por Wesley Natã, um jovem de apenas 18 anos, que teve seu primeiro jogo como titular. No entanto, sua atuação deixou a desejar, especialmente ao perder a bola que culminou no primeiro gol da Chapecoense logo aos oito minutos.

Apesar da pressão e da posse de bola que chegou a 68%, o Fluminense se mostrou apático e previsível, enfrentando um adversário que priorizava a defesa. A única luz no fim do túnel foi o gol de Guga, que empatou a partida após um cruzamento de Arana. Porém, a alegria foi efêmera. No início do segundo tempo, Giovanni Augusto aproveitou a desorganização da defesa tricolor e marcou o segundo gol da Chapecoense, colocando o Fluminense em uma situação complicada.

As substituições feitas por Marcão, com a entrada de Lucho Acosta e Riquelme, trouxeram um pouco mais de vida ao ataque, mas ainda assim não foram suficientes para mudar o rumo do jogo. A equipe teve 14 finalizações, mas a falta de eficiência se mostrou mais uma vez como um problema recorrente. Com a derrota, o Fluminense caiu para a sexta posição na tabela, quase perdendo sua colocação para o Santos.

O recado é claro: o Fluminense precisa urgentemente “virar a chave”, como ressaltou Hulk. A equipe agora precisa se reerguer e focar no que resta do campeonato, evitando que a desclassificação na Libertadores se torne um peso insuportável para o restante da temporada.