O Estudiantes de La Plata está prestes a escrever mais um capítulo em sua rica história na CONMEBOL Libertadores ao se preparar para enfrentar o Palmeiras na final da competição, marcada para o dia 28 de novembro no Estádio Centenário, em Montevidéu. Esta será uma reedição da decisão de 1968, quando o time argentino conquistou seu primeiro título continental diante do mesmo adversário.
Naquela ocasião histórica, o Estudiantes levou a melhor em um confronto marcado pelo equilíbrio. Após vencer o Palmeiras em casa por 2 a 1, a equipe enfrentou dificuldades no jogo de volta, mas conseguiu uma vitória crucial por 3 a 1 no Pacaembu, levando a decisão para um jogo extra. O duelo final ocorreu no Centenário, onde o Estudiantes se sagrou campeão com um triunfo por 2 a 0, um feito que ainda ressoa na memória dos torcedores.
O técnico do Estudiantes, Alexander Cacique Medina, não escondeu a emoção ao recordar a trajetória de seu clube. Após a vitória nos pênaltis contra o Flamengo, no Maracanã, ele expressou sua alegria, destacando a importância simbólica de ter o mesmo rival e o mesmo palco da final de 1968. Para Medina, que é uruguaio, o Maracanã e o Centenário representam “templos” da história do futebol sul-americano.
O Estudiantes, agora com a chance de conquistar seu quinto título da Libertadores, conta com um legado que inclui figuras icônicas como Juan Ramón Verón, que foi fundamental na conquista de 1968 e é pai do atual presidente do clube, Juan Sebastián Verón, também um ex-jogador lendário e campeão da Libertadores em 2009. Com essa rica história e um elenco determinado, o Estudiantes se prepara para mais um desafio que pode solidificar sua posição entre os grandes do continente.



