quarta-feira, 28/10/2026

Auxiliar comenta transformações no Corinthians e projeta avanços com a chegada de Seedorf.

Após o empate por 1 a 1 com o Vitória, Léo Porto, auxiliar técnico do Corinthians, se mostrou otimista quanto à evolução da equipe sob a orientação de Clarence Seedorf, que, por questões burocráticas,…

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Após o empate por 1 a 1 com o Vitória, Léo Porto, auxiliar técnico do Corinthians, se mostrou otimista quanto à evolução da equipe sob a orientação de Clarence Seedorf, que, por questões burocráticas, ainda não pode atuar à beira do campo. O holandês acompanhou a partida das arquibancadas da Neo Química Arena e, segundo Porto, a adaptação entre a nova comissão técnica e os jogadores está em um caminho positivo.

Em coletiva, Léo destacou o início do trabalho conjunto com Seedorf no CT Joaquim Grava, ressaltando a abertura e clareza do novo treinador. “Estamos nos conhecendo, mas a avaliação é muito boa desde o primeiro dia. Acreditamos que este trabalho vai gerar resultados e estamos nos aprimorando diariamente”, afirmou.

O auxiliar também comentou as alterações na escalação do time, que viu Fabrizio Angileri, Vitinho e Jesse Lingard entrarem no lugar de Matheus Bidu, Kaio César e Memphis Depay, o último suspenso. Porto explicou que a comissão técnica testou diferentes formações durante a semana e que a escolha dos titulares foi pautada pelo que consideravam ser a melhor estratégia para o jogo.

O Corinthians teve um desempenho satisfatório no primeiro tempo, com uma boa construção de jogadas, especialmente por meio dos volantes. “Criamos superioridade no meio e conseguimos bons movimentos. É importante que um volante tenha a liberdade de chegar à área enquanto o outro se posiciona para proteger contra os contra-ataques”, detalhou Porto.

Com o resultado, o Corinthians se mantém em uma posição delicada na tabela, ocupando a 16ª colocação com 33 pontos, apenas um à frente do Internacional, que está na zona de rebaixamento. O próximo desafio da equipe será contra o Vasco, no sábado, às 18h30, em São Januário, onde a necessidade de uma vitória se torna cada vez mais premente.