Após garantir sua vaga na final da Copa Sul-Americana 2026, o Atlético-MG se destaca não apenas pelos resultados em campo, mas também pela impressionante arrecadação em bilheteira. Com um total de R$ 11,1 milhões em seis jogos na Arena MRV, o Galo lidera entre os clubes brasileiros na competição, alcançando uma média de R$ 1,8 milhão por partida. O jogo de ida da semifinal contra o Montevideo City Torque, que terminou em 3 a 0 a favor do Atlético, rendeu R$ 3,5 milhões, a maior quantia obtida pelo clube no torneio até o momento.
A final, marcada para o dia 21 de novembro no Metropolitano Barranquilla, na Colômbia, tem como adversário o tradicional Boca Juniors, aumentando a expectativa da torcida e o potencial de nova arrecadação significativa. O Vasco, que ficou em segundo lugar em termos de renda, arrecadou R$ 6,9 milhões na semifinal contra o Boca, demonstrando que a competição tem atraído grandes públicos e gerado receitas expressivas.
O Atlético também figura entre os clubes com as maiores médias de público, com 28.245 torcedores por jogo, apenas atrás do São Paulo, que teve uma média de 29.703. A paixão dos torcedores pelo futebol se reflete não só nas arquibancadas, mas também nas finanças dos clubes, evidenciando o apelo das competições continentais.
Os números de público e renda na Sul-Americana revelam a importância do torneio no cenário futebolístico brasileiro, onde o Atlético-MG se afirma como uma força não apenas em campo, mas também nas finanças. Com a expectativa da final contra o Boca, o clube mineiro pode consolidar ainda mais sua posição de destaque e emoção no futebol nacional.



